domingo, 18 de novembro de 2012

É (h)ora D'Eça no Teatro Turim.

O Pequeno Palco de Lisboa sobe ao palco do Turim

 
O colectivo Pequeno Palco de Lisboa traz ao palco do Turim três contos do escritor Eça de Queiroz: “Singularidades de uma Rapariga Loira”, “O Tesouro” e “A Aia”. Com um cenário verdadeiramente criativo e construtivo, os actores Alexandra Rocha, Filomena Oliveira, João Canto, Pedro Bargado, Peter Michael e Suzana Farrajota divertem-nos ao sabor do «era uma vez».
Os contos têm como ponto de partida as “Singularidades de uma Rapariga Loira” e o encontro de Eça com o «velho» Macário, que com ele partilha a sua história de (des)amor. É assim que se desenrolam os contos O Tesouro e A Aia, exigindo que os actores se desdobrem em várias personagens.
Esta peça estreou em Maio, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. Os textos, de Eça de Queiroz, foram adaptados por Rui Luís Brás – que assegura também a encenação – e José Mateus.
Pequeno Palco de Lisboa é um colectivo de actores que nasceu em 2003 que tem vindo a trabalhar por vários palcos (Comuna, Trindade, entre outros) tendo chegado agora a Benfica, ao Teatro Turim. Em Outubro passado levaram a cena a peça Marias ao Poder , com base em textos de Aristófanes.
“D’Eça” é uma peça para todos; aconselha-se sobretudo a quem quer conhecer os textos de Eça de Queiroz de uma forma divertida. Durante uma hora e pouco podemos olhar o mundo através dos olhos de Eça e assim reflectir sobre o papel do amor, da honestidade e da ganância na nossa vida (e na vida dos outros que nos rodeiam).
O espectáculo, para M/ 12, encontra-se em cena de 5ª a Sábado às 21h30 e no Domingo às 17h, até ao dia 18 de Novembro.
RUADEBAIXO.COM
Por Joana Rita Sousa

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Em Novembro o Pequeno Palco de Lisboa apresenta "D'Eça" no Teatro Turim !

 Em Novembro dias 8, 9, 10, 11 e  15, 16, 17, 18.
     
Sinopse:
        O espectáculo "D´Eça" trata-se de uma adaptação para teatro de três dos mais emblemáticos contos de Eça de Queiroz, Singularidades de uma Rapariga Loira, O Tesouro e A Aia.
O primeiro dos três (Singularidades de uma Rapariga Loira, que narra a história da paixão de Macário por Luísa) funciona como fio condutor de toda a cena e como ponto introdutório dos outros dois, utilizando a figura de Eça de Queiroz como observador da comédia humana e como interveniente da sua própria criação.
O amo...
r, a nobreza de carácter, a honestidade e por contraponto a ganância são os grandes temas desta peça arrastando consigo toda a miscelânea do comportamento humano, desde o trágico até aos apontamentos de farsa que pontuam e temperam a vida e a vida no palco.
É um espectáculo divertido, mas pautado pela seriedade e severidade dos nossos actos tão a gosto de Eça de Queiroz, apreciado pela sua diversidade e acutilância na observação do homem.

A encenação está a cargo de Rui Luís Brás que apostou na multiplicidade das formas e na capacidade transformativa, quase mágica, do mundo das histórias que começam simplesmente por: “Era uma vez…”.

Ficha Técnica:
Texto - Eça de Queiroz
Adaptação - Rui Luís Brás e José Mateus
Encenação - Rui Luís Brás
Música e Sonoplastia - Pedro Bargado
Desenho de Luz - Pedro Marques
Cenário - Rui Luís Brás
Figurinos - Rafaela Mapril
Cartaz - Sara Aguiar
Assistência de Encenação - Suzana Farrajota

Elenco - Alexandra Rocha, Filomena Oliveira, João Canto, Pedro Bargado, Peter Michael e Suzana Farrajota

M/12

Em cena de 5ª a Sábado às 21h30
Domingo às 17h

Reservas e Informação: 217606666 | geral@teatroturim.com

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

EM CENA NO TEATRO TURIM DIAS 19 ,20 E 21 DE OUTUBRO.

Duração01:10

Promotor

AM’ART - Associação Cultural

Autor

Rui Luís Braz

Encenador

Rui Luís Braz

Sinopse

A partir da “Lisístrata” e das “Mulheres na Assembleia”, de Aristófanes, MARIAS AO PODER retrata a Mulher na sociedade. Transcendendo o seu comum papel de mãe/esposa/dona de casa, eleva-se nos estatutos político, ético e social, reclamando a igualdade como cidadã.
Numa adaptação bem humorada e actual, assistimos à emancipação feminina através de uma peculiar tomada de posição: Maria lidera um grupo de mulheres de diferentes sectores, propondo uma greve de sexo até que os homens optem pela paz.

Ficha Artística

Encenação e Adaptação: Rui Luís Brás
Música e Sonoplastia: Pedro Bargado
Desenho de Luz: Pedro Marques
Cenografia: Rui Luís Brás e Sandra Virote
Coordenação de Figurinos: Raquel Simões
Cartaz: José Dias
Assistência de Encenação: Flávia Filipe
Produção: Pequeno Palco de Lisboa
Elenco: Andreia Esteves, Ana Luísa Luz, Lia Colorado, Teresa Franco, Cristina Lopes, Flávia Filipe, Joaquim Frazão, Diogo Machado, João Ferreira, Nuno Miranda, Verónio Gomes, Emanuel Almeirante, Rita Variz, Marta Paulino

Preços

  • Geral 8€

Localização

Estrada de Benfica nº 723 A
1500-088, Lisboa

Coordenadas GPS

N: 38º45'03"
W: 09º12'09"

sábado, 28 de abril de 2012

D'EÇA , ESTREIA DIA 11 DE MAIO NA SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO GUILHERME COSSOUL

Sexta-feira, 11 de Maio às 21:30 – Sábado, 19 de Maio às 21:30.
Uma adaptação de três contos de Eça de Queiroz – “Singularidades de Uma Rapariga Loira”, “A Aia” e “O Tesouro”
Sinopse: O Espectáculo “ D´Eça “ trata-se de uma adaptação para teatro de três dos mais emblemáticos contos de Eça de Queiroz sendo eles, “ Singularidades de uma Rapariga Loira “, “ O Tesouro “, “ A Aia “.O primeiro dos três ( “ Singularidades de uma Rapariga Loira “ que narra a história da paixão de Macário por Luísa ) funciona como fio condutor de toda a cena e como ponto introdutório dos outros dois, utilizando a figura de Eça de Queiroz como observador da comédia humana e como interveniente da sua própria criação.O amor, a nobreza de carácter, a honestidade e por contraponto a ganância são os grandes temas desta peça arrastando consigo toda a miscelânea do comportamento humano, desde o trágico até aos apontamentos de farsa que pontuam e temperam a vida e a vida no palco. É um espectáculo divertido mas pautado pela seriedade e severidade dos nossos actos tão a gosto de Eça de Queiroz, apreciado pela sua diversidade e acutilância na observação do homem.
A encenação está a cargo de Rui Luís Brás que apostou na multiplicidade das formas e na capacidade transformativa, quase mágica, do mundo das histórias que começam simplesmente por: “ Era uma vez…”.
Ficha Técnica: Autor - Eça de Queiroz
Encenação – Rui Luís Brás
Adaptação – Rui Luís Brás e José Mateus
Música e Sonoplastia – Pedro Bargado
Cenografia – Rui Luís Brás
Cartaz – Sara Aguiar Figurinos – Rafaela Mapril
Desenho de Luz e Operação de Luz e Som – Pedro Marques
Assistência de Encenação – Suzana Farrajota
Elenco – Alexandra Rocha, Manoela Amaral, Miguel Martins, Nuno Miranda, Pedro Bargado e Suzana Farrajota
Produção – Pequeno Palco de Lisboa
Classificação Etária: M/12
Valor do bilhete: 8 euros
EM CENA DIAS 11, 12, 18 E 19 DE MAIO ÀS 21H30
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO GUILHERME COSSOUL AV. DOM CARLOS I, Nº 61, 1º ANDAR
RESERVAS: 213973471 OU 938369495

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA.


Um espectáculo pleno de emoção e simplicidade que vai tocar o coração de toda a família.

A história comovente de Zézé leva-nos a conhecer a infância difícil de um menino de cinco anos, precoce, travesso, inteligente e sensível, que sonha ser poeta. Perante uma situação financeira complicada no seio da família, inventa para si um mundo de fantasia, no qual o seu confidente é Xururuca, o seu pé de laranja lima, que cresce no quintal da casa. E Zézé cresce com ele, aprendendo tudo sozinho, nas diferentes relações que estabelece com as pessoas que o rodeiam e das quais a mais importante será talvez a amizade com um Português: o pai que a criança gostaria de ter tido. Mas a vida ensina-lhe demasiado cedo a sentir a dor e a saudade.

Fichas Técnica e Artística:

Autor: José Mauro de Vasconcelos
Adaptação: Luciano Luppi
Encenação: Rui Luís Brás
Desenho de Luz, Operação de Som e Luz: Pedro Marques
Música e Sonoplastia: Pedro Bargado
Cenografia: Rui Luís Brás
Cartaz: Sara Aguiar
Assistência de Encenação: Suzana Farrajota
Coordenação de Figurinos: Neusa Trovoada
Produção: Pequeno Palco
Elenco: Cristóvão Campos, Mafalda Teixeira, Manoela Amaral, Pedro Bargado e Suzana Farrajota

Classificação etária: M/6

Na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul - Av. D. Carlos I, 61, 1º, 1200-647 Lisboa
Em cena nos dias: 22 e 29 de Abril e 6, 13 e 20 de Maio às 16:00

Preço: 7,5 Euros (Crianças até 12 anos - 5 Euros)

Reservas: Tel. 21 397 34 71 - E-mail: geral@guilhermecossoul.pt

domingo, 18 de março de 2012

Marias ao Poder

Fichas artística e técnica:

Encenação e Adaptação: Rui Luís Brás
Música e Sonoplastia: Pedro Bargado
Desenho de Luz e Operação de Som e Luz: Pedro Marques
Cenografia: Rui Luís Brás e Sandra Virote
Coordenação de Figurinos: Raquel Simões
Cartaz: José Dias
Assistência de Encenação: Flávia Filipe
Produção: Pequeno Palco de Lisboa
COM: Andreia Esteves, Ana Luísa Luz, Lia Colorado, Teresa Franco, Cristina Lopes, Flávia Filipe, Joaquim Frazão, Diogo Machado, João Ferreira, Nuno Miranda, Verónio Gomes, Emanuel Almeirante, Miguel Martins, João Paulo Castanheira

Sinopse: A partir da “Lisístrata” e das “Mulheres na Assembleia”, de Aristófanes, MARIAS AO PODER retrata a Mulher na sociedade. Transcendendo o seu comum papel de mãe/esposa/dona de casa, eleva-se nos estatutos político, ético e social, reclamando a igualdade como cidadã.
Numa adaptação bem humorada e actual, assistimos à emancipação feminina através de uma peculiar tomada de posição: Maria lidera um grupo de mulheres de diferentes sectores, propondo uma greve de sexo até que os homens optem pela paz.
Preço Normal: 8€
Preço amigo Pequeno Palco de Lisboa: 6€

sábado, 8 de outubro de 2011

INSCRIÇÕES ABERTAS

INSCRIÇÕES ABERTAS para integração no Pequeno Palco de Lisboa, em Lisboa! Aceitam-se pessoas com ou sem experiência. Favor contactar 938369495 para mais informações!

domingo, 29 de maio de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O pecado de João Agonia





'Pecado' da homossexualidade volta à cena

Cinquenta anos depois de ter sido escrita, a peça 'O Pecado de João Agonia', em que Bernardo Santareno expõe as dores de um homem confrontado com a impossibilidade de assumir a sua homossexualidade, regressa à cena, agora numa encenação de Rui Luís Brás. O espectáculo, que estreia a 18 de Maio no Teatro Turim, em Lisboa, pretende ser um libelo a favor da liberdade individual e é interpretado por jovens actores em início de carreira.

Cinquenta anos depois de ter sido escrita, a peça 'O Pecado de João Agonia', em que Bernardo Santareno expõe as dores de um homem confrontado com a impossibilidade de assumir a sua homossexualidade, regressa à cena, agora numa encenação de Rui Luís Brás. O espectáculo, que estreia a 18 de Maio no Teatro Turim, em Lisboa, pretende ser um libelo a favor da liberdade individual e é interpretado por jovens actores em início de carreira..


Representada pela primeira vez no Teatro Capitólio em 1969 ? protagonizada por João Perry e encenada por Rogério Paulo ? 'O Pecado de João Agonia' devolve-nos a imagem de um País política, social e sexualmente reprimido, um Portugal que muitos acreditam ter mudado. Outros não. O espectáculo ficará em cena até dia 29, podendo ser visto de quarta a sábado às 21h30, domingos às 17h00.

SABADO - quinta-feira, 19 de Maio de 2011

'O Pecado de João Agonia' no Teatro Turim

“O Pecado de João Agonia”, uma peça de Bernardo Santareno vai estar em cena de 18 de Maio a 29 de Maio no Teatro Turim numa encenação de Rui Luis Brás.


"O Pecado de João Agonia" foi pela primeira vez representada em 1969, no Teatro Capitólio, pela Companhia do Teatro Nacional, numa encenação de Rogério Paulo.


A história, que foca um problema de homosexualidade e da vergonha que isso representava para o próprio e para a família, num país amordaçado, passa-se numa povoação do interior rural, onde a família Agonia aguarda, com alegria e anseio, o regresso de um dos seus filhos, depois de cumprido o serviço militar. Mas uma maldição paira sobre esta família: antes do nascimento de João Agonia, a avó, Rosa, anuncia na sua loucura um "verde destino" do qual João não poderá escapar. João Agonia tenta desesperadamente fugir ao seu destino, recolher-se na clausura da serra e contrariar os seus desejos mais íntimos, esforçando-se por corresponder às expectativas da família. Mas será que nesta luta interna alguém sairá vencedor?


À data da peça o poder do estado e da igreja, assentes no catolicismo, eram a base da estabilidade familiar e as mudanças que se produziam fora do país não entravam. Antigas colónias africanas iniciam os seus processos de independência os EUA invadem a Baía dos Porcos e a Igreja Católica prepara o Concílio Vaticano II. E Portugal está prestes a embarcar na Guerra Colonial, surdo e cego às transformações do exterior. É neste ambiente de profundas alterações de paradigmas sociais cristalizados que Bernardo Santareno escreve O Pecado de João Agonia.


Aparentemente datado, O Pecado de João Agonia continua tão actual quanto o foi em 1969, data da sua estreia: nas sociedades ocidentais laicas e democráticas o lugar da diferença ainda se apresenta, hoje, problemático. O pecado de João Agonia é o pecado que cada um de nós carrega na sua relação com a diferença, ao pressupor uma igualdade que não se constrói. Haverá absolvição para o Pecado de João Agonia?

Fonte: HardMusica

(Cultura Online)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

De 18 a 29 de Maio no Teatro Turim uma produção do Pequeno Palco de Lisboa

Ficha Tecnica:
Pequeno Palco de Lisboa apresenta.
"O Pecado de João Agonia"
Em cena de 18 de Maio a 29 de Maio no
Teatro Turim
(4.ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 17h00)
Preço unico - 8 Euros
Nota de Imprensa
"Não há pecado mais vergonhoso" do que aquele que vai cometer-se no próximo dia 18 de Maio, no Teatro Turim, em Benfica.
"O Pecado de João Agonia"
volta a subir ao palco pelo Pequeno Palco de Lisboa e sob encenação de Rui Luís Brás, depois de ter sido representada, pela primeira vez, em 1969, no Teatro Capitólio, pela Companhia do Teatro Nacional, numa encenação de Rogério Paulo.
Em cena, de 18 de Maio a 29 de Maio, de 4.ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 17h00, no Teatro Turim, "O Pecado de João Agonia" é a 16ª produção do Pequeno Palco de Lisboa, companhia fundada em 2004 pelo ator e encenador Rui Luís Brás, que conta com dois elencos semi-profissionais, compostos por 18 alunos.
Os elencos de "O Pecado de João Agonia" são:
João Agonia (Santiago/Nuno Miranda);
José Agonia (João Paulo Castanheira);
Rita Agonia (Ana Luísa Luz/Lia Colorado);
Fernando Agonia (Emanuel Almeirante);
Teresa Agonia (Filipa Noronha/Inês Assis)
Miguel Agonia (Miguel Martins);
Carlos Agonia (Joaquim Frazão);
Rosa Agonia (Teresa Franco/Filomena Correia);
Guilhermina Giesta (Marta Paulino/Cristina Lopes);
Maria Giesta (Andreia Esteves/Cristina Duarte);
Tóino Giesta (João Pontes);
Manel Lamas (Verónio Gomes)

Para Rui Luís Brás, "fazer a montagem deste texto com alunos em início de carreira é um desafio gigantesco a todos os níveis, sobretudo quando falamos de um autor como Bernardo Santareno, que é um caso ímpar na dramaturgia portuguesa". "É fecundo de emoções e subtilezas, escreve visceralmente, oferecendo ao autor as palavras já prontas, impregnadas em alma lusitana e envolvendo-nos, quase sempre, numa mística ardente onde as personagens nos consomem e onde a figura Povo é arquétipo e juiz", evidencia o encenador.

Relativamente às opções de encenação, Rui Luís Brás justifica a abertura de "espaços físicos que extrapolam a casa da família Agonia, ao saber dos desígnios das personagens que habitam ou a circundam, retirando a fixidez do espaço originalmente estanque e uno".
Sinopse
Numa povoação do interior rural, a família Agonia aguarda, com alegria e anseio, o regresso de um dos seus filhos, depois de cumprido o serviço militar. Mas uma maldição paira sobre esta família: antes do nascimento de João Agonia, a avó, Rosa, anuncia na sua loucura um "verde destino" do qual João não poderá escapar. João Agonia tenta desesperadamente fugir ao seu destino, recolher-se na clausura da serra e contrariar os seus desejos mais íntimos, esforçando-se por corresponder às expectativas da família. Mas será que nesta luta interna alguém sairá vencedor?
O poder do estado e da igreja, assentes no catolicismo, continuam a ser basilares para a estabilidade da ordem familiar em 1961, quando o mundo começa a purgar mudanças: antigas colónias africanas iniciam os seus processos independentistas, os EUA invadem a Baía dos Porcos e a Igreja Católica prepara o Concílio Vaticano II. E Portugal está prestes a embarcar na Guerra do Ultramar. É neste ambiente de profundas alterações de paradigmas sociais cristalizados que Bernardo Santareno escreve O Pecado de João Agonia.
Aparentemente datado, O Pecado de João Agonia continua tão atual quanto o foi em 1969, data da sua estreia: nas sociedades ocidentais laicas e democráticas o lugar da diferença ainda se apresenta, hoje, problemático. O pecado de João Agonia é o pecado que cada um de nós carrega na sua relação com a diferença, ao pressupor uma igualdade que não se constrói. Haverá absolvição para o Pecado de João Agonia?

segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 27 de março de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de junho de 2010

FlatSpin

Em cena no Teatro Tivoli até dia 27 de Junho, a peça que não devem perder

domingo, 23 de maio de 2010

FLATSPIN de Alan Ayckbourn no Teatro Tivoli


Numa produção conjunta o Pequeno Palco de Lisboa e o Teatro Tivoli apresentam com estreia prevista para 16 de Junho
"FlatSpin"


Uma comédia de Alan Ayckbourn com encenação de Rui Luís Bras.


Em "FlatSpin," uma jovem e inexperiente actriz – Rosie - ajuda o tio, porteiro, num complexo de apartamentos.
O tio esteve envolvido num acidente automóvel e não pode comparecer no trabalho durante uns dias, por isso ela substitui-o. A peça começa com a Administradora do Complexo a mostrar a Rosie os apartamentos e a explicar-lhe as tarefas.
Assim que a Admistradora sai, um vizinho, Alex, toca à porta e Rosie não corrige um equívoco, ficando ele a pensar que ela é a actual inquilina daquele apartamento, Joanna Rupelford. Rosie, desesperada por companhia e um pouco de consolo pelas muitas desilusões que já sofreu, permite que Alex a convide para jantar.
A peça vai-se tornando hilariante à medida que Rosie tenta a todo o custo convencê-lo de que é Joanna Rupelford. Tudo se complica quando uma persistente mulher tenta entrar em contacto com a inquilina do apartamento.
Ao fim ao cabo, ninguém é bem quem aparenta ser – nem mesmo a verdadeira Joanna Rupelford. De facto, Rosie deu de caras com uma operação policial contra o narcotráfico e depressa fica presa no enredo.

FICHA ARTÍSTICA E FICHA TÉCNICA

Encenação – Rui Luís Brás
Tradução – Manoela Amaral, Rui Luís Brás, Sandra Virote
Assistência de Encenação – Suzana Farrajota
Música e Sonoplastia – Pedro Bargado
Cenografia – José Dias
Imagem do Cartaz – Victor Dinis
Cartaz – Miguel Rocha
Fotografia – Magda Fernandes e José Domingos
Coordenação de Imagem – David Simões
Coordenação de Figurinos – Paula Clemente e Mafalda Costa
Cabelos e Maquilhage
Cabelos e Maquilhagem – Magali Santana
Desenho de Luz – Afonso Carboila
Press Kit – Cristina Ferreira
Elenco - Alexandra Rocha, Duarte Grilo, Gonçalo Lello, Jaime Aragão,
Manoela Amaral, Maria José Baião, Suzana Farrajota
Produção – Pequeno Palco de Lisboa e Teatro Tivoli