domingo, 29 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
'Pecado' da homossexualidade volta à cena
Cinquenta anos depois de ter sido escrita, a peça 'O Pecado de João Agonia', em que Bernardo Santareno expõe as dores de um homem confrontado com a impossibilidade de assumir a sua homossexualidade, regressa à cena, agora numa encenação de Rui Luís Brás. O espectáculo, que estreia a 18 de Maio no Teatro Turim, em Lisboa, pretende ser um libelo a favor da liberdade individual e é interpretado por jovens actores em início de carreira.
Cinquenta anos depois de ter sido escrita, a peça 'O Pecado de João Agonia', em que Bernardo Santareno expõe as dores de um homem confrontado com a impossibilidade de assumir a sua homossexualidade, regressa à cena, agora numa encenação de Rui Luís Brás. O espectáculo, que estreia a 18 de Maio no Teatro Turim, em Lisboa, pretende ser um libelo a favor da liberdade individual e é interpretado por jovens actores em início de carreira..
Representada pela primeira vez no Teatro Capitólio em 1969 ? protagonizada por João Perry e encenada por Rogério Paulo ? 'O Pecado de João Agonia' devolve-nos a imagem de um País política, social e sexualmente reprimido, um Portugal que muitos acreditam ter mudado. Outros não. O espectáculo ficará em cena até dia 29, podendo ser visto de quarta a sábado às 21h30, domingos às 17h00.
SABADO - quinta-feira, 19 de Maio de 2011
Cinquenta anos depois de ter sido escrita, a peça 'O Pecado de João Agonia', em que Bernardo Santareno expõe as dores de um homem confrontado com a impossibilidade de assumir a sua homossexualidade, regressa à cena, agora numa encenação de Rui Luís Brás. O espectáculo, que estreia a 18 de Maio no Teatro Turim, em Lisboa, pretende ser um libelo a favor da liberdade individual e é interpretado por jovens actores em início de carreira..
Representada pela primeira vez no Teatro Capitólio em 1969 ? protagonizada por João Perry e encenada por Rogério Paulo ? 'O Pecado de João Agonia' devolve-nos a imagem de um País política, social e sexualmente reprimido, um Portugal que muitos acreditam ter mudado. Outros não. O espectáculo ficará em cena até dia 29, podendo ser visto de quarta a sábado às 21h30, domingos às 17h00.
SABADO - quinta-feira, 19 de Maio de 2011
'O Pecado de João Agonia' no Teatro Turim
“O Pecado de João Agonia”, uma peça de Bernardo Santareno vai estar em cena de 18 de Maio a 29 de Maio no Teatro Turim numa encenação de Rui Luis Brás.
"O Pecado de João Agonia" foi pela primeira vez representada em 1969, no Teatro Capitólio, pela Companhia do Teatro Nacional, numa encenação de Rogério Paulo.
A história, que foca um problema de homosexualidade e da vergonha que isso representava para o próprio e para a família, num país amordaçado, passa-se numa povoação do interior rural, onde a família Agonia aguarda, com alegria e anseio, o regresso de um dos seus filhos, depois de cumprido o serviço militar. Mas uma maldição paira sobre esta família: antes do nascimento de João Agonia, a avó, Rosa, anuncia na sua loucura um "verde destino" do qual João não poderá escapar. João Agonia tenta desesperadamente fugir ao seu destino, recolher-se na clausura da serra e contrariar os seus desejos mais íntimos, esforçando-se por corresponder às expectativas da família. Mas será que nesta luta interna alguém sairá vencedor?
À data da peça o poder do estado e da igreja, assentes no catolicismo, eram a base da estabilidade familiar e as mudanças que se produziam fora do país não entravam. Antigas colónias africanas iniciam os seus processos de independência os EUA invadem a Baía dos Porcos e a Igreja Católica prepara o Concílio Vaticano II. E Portugal está prestes a embarcar na Guerra Colonial, surdo e cego às transformações do exterior. É neste ambiente de profundas alterações de paradigmas sociais cristalizados que Bernardo Santareno escreve O Pecado de João Agonia.
Aparentemente datado, O Pecado de João Agonia continua tão actual quanto o foi em 1969, data da sua estreia: nas sociedades ocidentais laicas e democráticas o lugar da diferença ainda se apresenta, hoje, problemático. O pecado de João Agonia é o pecado que cada um de nós carrega na sua relação com a diferença, ao pressupor uma igualdade que não se constrói. Haverá absolvição para o Pecado de João Agonia?
Fonte: HardMusica
(Cultura Online)
"O Pecado de João Agonia" foi pela primeira vez representada em 1969, no Teatro Capitólio, pela Companhia do Teatro Nacional, numa encenação de Rogério Paulo.
A história, que foca um problema de homosexualidade e da vergonha que isso representava para o próprio e para a família, num país amordaçado, passa-se numa povoação do interior rural, onde a família Agonia aguarda, com alegria e anseio, o regresso de um dos seus filhos, depois de cumprido o serviço militar. Mas uma maldição paira sobre esta família: antes do nascimento de João Agonia, a avó, Rosa, anuncia na sua loucura um "verde destino" do qual João não poderá escapar. João Agonia tenta desesperadamente fugir ao seu destino, recolher-se na clausura da serra e contrariar os seus desejos mais íntimos, esforçando-se por corresponder às expectativas da família. Mas será que nesta luta interna alguém sairá vencedor?
À data da peça o poder do estado e da igreja, assentes no catolicismo, eram a base da estabilidade familiar e as mudanças que se produziam fora do país não entravam. Antigas colónias africanas iniciam os seus processos de independência os EUA invadem a Baía dos Porcos e a Igreja Católica prepara o Concílio Vaticano II. E Portugal está prestes a embarcar na Guerra Colonial, surdo e cego às transformações do exterior. É neste ambiente de profundas alterações de paradigmas sociais cristalizados que Bernardo Santareno escreve O Pecado de João Agonia.
Aparentemente datado, O Pecado de João Agonia continua tão actual quanto o foi em 1969, data da sua estreia: nas sociedades ocidentais laicas e democráticas o lugar da diferença ainda se apresenta, hoje, problemático. O pecado de João Agonia é o pecado que cada um de nós carrega na sua relação com a diferença, ao pressupor uma igualdade que não se constrói. Haverá absolvição para o Pecado de João Agonia?
Fonte: HardMusica
(Cultura Online)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
De 18 a 29 de Maio no Teatro Turim uma produção do Pequeno Palco de Lisboa
Ficha Tecnica:Pequeno Palco de Lisboa apresenta.
"O Pecado de João Agonia"
Em cena de 18 de Maio a 29 de Maio no
Teatro Turim
(4.ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 17h00)
Preço unico - 8 Euros
Nota de Imprensa
"Não há pecado mais vergonhoso" do que aquele que vai cometer-se no próximo dia 18 de Maio, no Teatro Turim, em Benfica.
"O Pecado de João Agonia"
volta a subir ao palco pelo Pequeno Palco de Lisboa e sob encenação de Rui Luís Brás, depois de ter sido representada, pela primeira vez, em 1969, no Teatro Capitólio, pela Companhia do Teatro Nacional, numa encenação de Rogério Paulo.
Em cena, de 18 de Maio a 29 de Maio, de 4.ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 17h00, no Teatro Turim, "O Pecado de João Agonia" é a 16ª produção do Pequeno Palco de Lisboa, companhia fundada em 2004 pelo ator e encenador Rui Luís Brás, que conta com dois elencos semi-profissionais, compostos por 18 alunos.
Os elencos de "O Pecado de João Agonia" são:
João Agonia (Santiago/Nuno Miranda);
José Agonia (João Paulo Castanheira);
Rita Agonia (Ana Luísa Luz/Lia Colorado);
Fernando Agonia (Emanuel Almeirante);
Teresa Agonia (Filipa Noronha/Inês Assis)
Miguel Agonia (Miguel Martins);
Carlos Agonia (Joaquim Frazão);
Rosa Agonia (Teresa Franco/Filomena Correia);
Guilhermina Giesta (Marta Paulino/Cristina Lopes);
Maria Giesta (Andreia Esteves/Cristina Duarte);
Tóino Giesta (João Pontes);
Manel Lamas (Verónio Gomes)
Para Rui Luís Brás, "fazer a montagem deste texto com alunos em início de carreira é um desafio gigantesco a todos os níveis, sobretudo quando falamos de um autor como Bernardo Santareno, que é um caso ímpar na dramaturgia portuguesa". "É fecundo de emoções e subtilezas, escreve visceralmente, oferecendo ao autor as palavras já prontas, impregnadas em alma lusitana e envolvendo-nos, quase sempre, numa mística ardente onde as personagens nos consomem e onde a figura Povo é arquétipo e juiz", evidencia o encenador.
Relativamente às opções de encenação, Rui Luís Brás justifica a abertura de "espaços físicos que extrapolam a casa da família Agonia, ao saber dos desígnios das personagens que habitam ou a circundam, retirando a fixidez do espaço originalmente estanque e uno".
Sinopse
Numa povoação do interior rural, a família Agonia aguarda, com alegria e anseio, o regresso de um dos seus filhos, depois de cumprido o serviço militar. Mas uma maldição paira sobre esta família: antes do nascimento de João Agonia, a avó, Rosa, anuncia na sua loucura um "verde destino" do qual João não poderá escapar. João Agonia tenta desesperadamente fugir ao seu destino, recolher-se na clausura da serra e contrariar os seus desejos mais íntimos, esforçando-se por corresponder às expectativas da família. Mas será que nesta luta interna alguém sairá vencedor?
O poder do estado e da igreja, assentes no catolicismo, continuam a ser basilares para a estabilidade da ordem familiar em 1961, quando o mundo começa a purgar mudanças: antigas colónias africanas iniciam os seus processos independentistas, os EUA invadem a Baía dos Porcos e a Igreja Católica prepara o Concílio Vaticano II. E Portugal está prestes a embarcar na Guerra do Ultramar. É neste ambiente de profundas alterações de paradigmas sociais cristalizados que Bernardo Santareno escreve O Pecado de João Agonia.
Aparentemente datado, O Pecado de João Agonia continua tão atual quanto o foi em 1969, data da sua estreia: nas sociedades ocidentais laicas e democráticas o lugar da diferença ainda se apresenta, hoje, problemático. O pecado de João Agonia é o pecado que cada um de nós carrega na sua relação com a diferença, ao pressupor uma igualdade que não se constrói. Haverá absolvição para o Pecado de João Agonia?
segunda-feira, 28 de março de 2011
Uma produção do Pequeno Palco de Lisboa em cena no Casino Estoril
Conceito - Rodrigo Saraiva Real/Edição - Afonso Pimentel
domingo, 27 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
FLATSPIN de Alan Ayckbourn no Teatro Tivoli

Numa produção conjunta o Pequeno Palco de Lisboa e o Teatro Tivoli apresentam com estreia prevista para 16 de Junho
"FlatSpin"
"FlatSpin"
Uma comédia de Alan Ayckbourn com encenação de Rui Luís Bras.
Em "FlatSpin," uma jovem e inexperiente actriz – Rosie - ajuda o tio, porteiro, num complexo de apartamentos.
O tio esteve envolvido num acidente automóvel e não pode comparecer no trabalho durante uns dias, por isso ela substitui-o. A peça começa com a Administradora do Complexo a mostrar a Rosie os apartamentos e a explicar-lhe as tarefas.
Assim que a Admistradora sai, um vizinho, Alex, toca à porta e Rosie não corrige um equívoco, ficando ele a pensar que ela é a actual inquilina daquele apartamento, Joanna Rupelford. Rosie, desesperada por companhia e um pouco de consolo pelas muitas desilusões que já sofreu, permite que Alex a convide para jantar.
A peça vai-se tornando hilariante à medida que Rosie tenta a todo o custo convencê-lo de que é Joanna Rupelford. Tudo se complica quando uma persistente mulher tenta entrar em contacto com a inquilina do apartamento.
Ao fim ao cabo, ninguém é bem quem aparenta ser – nem mesmo a verdadeira Joanna Rupelford. De facto, Rosie deu de caras com uma operação policial contra o narcotráfico e depressa fica presa no enredo.
FICHA ARTÍSTICA E FICHA TÉCNICA
Encenação – Rui Luís Brás
Tradução – Manoela Amaral, Rui Luís Brás, Sandra Virote
Assistência de Encenação – Suzana Farrajota
Música e Sonoplastia – Pedro Bargado
Cenografia – José Dias
Imagem do Cartaz – Victor Dinis
Cartaz – Miguel Rocha
Fotografia – Magda Fernandes e José Domingos
Coordenação de Imagem – David Simões
Coordenação de Figurinos – Paula Clemente e Mafalda Costa
Cabelos e Maquilhage
Cabelos e Maquilhagem – Magali Santana
Desenho de Luz – Afonso Carboila
Press Kit – Cristina Ferreira
Elenco - Alexandra Rocha, Duarte Grilo, Gonçalo Lello, Jaime Aragão,
Manoela Amaral, Maria José Baião, Suzana Farrajota
Produção – Pequeno Palco de Lisboa e Teatro Tivoli
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
" O Sangue" de Camilo Castelo Branco

“O SANGUE” de Camilo Castelo Branco
Adaptação: Fernando Gomes
Encenação: Paula Sousa
Cenografia: Luís Lourenço
Figurinos: Nuno Garcez
Música: Pedro Bargado
Luz: Filipe Otero
Operação de Luz: Filipe Otero
Operação de Som: João Silva
Produção: Cristina Duarte
Elenco:
Ana Margarida (Tomasinha), Ana Luísa Luz (Tomásia), Bruno Pereira (Inocêncio), Cristina Duarte (Mensageira e Sarita Star), Diogo Machado (Luís de Pinhel, José e Amigo), Filomena Correia (Custódia), Isabel Tello Mexia (Sebastiana), João Pontes (Amigo, Guimarães e Pedro), Luís Lourenço (Nicolau), Mafalda Risques (Florência) e Miguel Ferreira Torres (Gervásio).
Em cena no espaço Teatroesfera de 3 a 7 Fevereiro
Sinopse:
O “Sangue” é uma crónica tragicómica que caricaturiza a sociedade portuense em meados do séc. XIX. O “Dinheiro”, a “Felicidade”, o “Pecado” e a “Expiação” – elementos essenciais e omnipresentes do universo camiliano – desta vez, com o rigor de uma atmosfera operática.
O “Sangue” conta a história de uma família de abastados comerciantes judeus do Porto – os Barros – que casam uma filha adoptiva com o próprio filho para que o seu dinheiro – o dinheiro dos Barros – continue na família. O resultado é desastroso. O casal não se dá bem, separa-se, a rapariga engravida de outro homem, foge com ele mas deixa um filho, Pedro. Este crescerá na ignorância de quem é o seu verdadeiro pai e, já adulto, quando confrontado com a verdade, escolhe “a voz do sangue”, ou seja, o dinheiro dos Barros. O sangue de Pedro é o dinheiro dos Barros. O dinheiro é sangue.
“Um filho só pode ser filho de quem é seu pai, quando não herda uma fortuna de outro… que foi casado com sua mãe.”
Teatroesfera (Rua Cidade Desportiva, Monte Abraão perto da estação de comboios de Monte Abraão) - Queluz.
Horário:
Quarta, Quinta, Sexta e Sábado às 21:30
Domingo às 16:30
Preço do Bilhete:
6 Euros ( Preço único do bilhete)
Duração: 100 minutos (C/intervalo)
Classificação: M12
domingo, 24 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Premios de Teatro Guia dos Teatros
As votações para os prémios de Teatro Guia dos Teatros 2009 já estão abertas , em cada um dos sites seguintes há link para descarregar o boletim e votar http://www.guiadosteatros.blogspot.com/ e www.premiosguiadosteatros.blogspot.com
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
"A Promessa"
"A Promessa " de Bernardo Santareno em cena no Teatroesfera de 21 a 24 de Janeiro já com lotação esgotada para a estreia, reserve já o seu bilhete para os dias seguintes pelos numeros
Tel: 21 430 34 04 – Fax: 21 430 17 57
Tel: 21 430 34 04 – Fax: 21 430 17 57
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA AULAS DE TEATRO
Estão abertas inscrições para turmas de:
- Iniciação (nova turma – alvo: pessoas sem experiência a partir dos 16 anos)
- Montagens (Integração em turma já existente – alvo: pessoas que já frequentaram a Iniciação no Pequeno Palco ou fora (após análise de currículo))
- Seniores
- Infantil (turmas dos 6 aos 10 e dos 11 aos 15)
Inicio: Março de 2010 (dependendo do numero de inscritos até à data)
Turmas com um máximo de 20 alunos e um mínimo de 15.
Preço:
- Iniciação e Montagens: 70€ e 60€ (Associados PPLX)
- Infantil – 40€
- Seniores – 50€
Inscrição: 20€ (dedutível na primeira mensalidade)
Duração: 6 meses
Horário:
. Iniciação e Montagens: Pós-laboral (20:30 às 23:00) – 2 vezes por semana
. Infantil: Sábados (das 10:30 às 13:00)
. Seniores: Segundas e Quartas (das 16:00 às 18:00)
Formadores: Rui Luís Brás, Pedro Bargado, Paula Sousa, Suzana Farrajota, Manoela Amaral.
Contactos:
Telemóvel: 969 710 195
Email: pequenopalcolx@gmail.com
- Iniciação (nova turma – alvo: pessoas sem experiência a partir dos 16 anos)
- Montagens (Integração em turma já existente – alvo: pessoas que já frequentaram a Iniciação no Pequeno Palco ou fora (após análise de currículo))
- Seniores
- Infantil (turmas dos 6 aos 10 e dos 11 aos 15)
Inicio: Março de 2010 (dependendo do numero de inscritos até à data)
Turmas com um máximo de 20 alunos e um mínimo de 15.
Preço:
- Iniciação e Montagens: 70€ e 60€ (Associados PPLX)
- Infantil – 40€
- Seniores – 50€
Inscrição: 20€ (dedutível na primeira mensalidade)
Duração: 6 meses
Horário:
. Iniciação e Montagens: Pós-laboral (20:30 às 23:00) – 2 vezes por semana
. Infantil: Sábados (das 10:30 às 13:00)
. Seniores: Segundas e Quartas (das 16:00 às 18:00)
Formadores: Rui Luís Brás, Pedro Bargado, Paula Sousa, Suzana Farrajota, Manoela Amaral.
Contactos:
Telemóvel: 969 710 195
Email: pequenopalcolx@gmail.com
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
"A Promessa" de Bernardo Santareno

A Companhia Pequeno Palco de Lisboa apresenta "A PROMESSA” de Bernardo Santareno
Encenação: Rui Luís Brás
Música e sonoplastia: Pedro Bargado
Assistência de encenação: Suzana Farrajota e Marta Paulino
Figurinos: Nuno Garcez
Op. Som: João Silva
Desenho de Luz e Op: Filipe Pureza
Designer: José Dias (Intwo)
Elenco/Personagem: Ana Rita Ribeiro (Tóina Nazaré), Andreia Esteves (Maria d’Avó), Gustavo Duarte (Labareda), Hugo Nevez (Salvador), Hugo Pereira (Padre), Joaquim Frazão (Jesus), Marta Paulino (Cremilda), Pedro Quintas (Zé), Sara Aleixo (Maria do Mar) e Teresa Franco (Rosa).
Sinopse:
Uma qualquer pequena vila piscatória portuguesa. Uma terrível tempestade no mar, ameaça a vida de vários pescadores que tentam desesperadamente sobreviver à fúria das ondas. Na praia, no meio da aflição, um jovem casal (José e Maria do Mar) promete a Nossa Senhora manter-se em castidade após o casamento, em troca da virgem fazer chegar a terra, o velho Salvador (pai de José) são e salvo. Meses após se terem tornado marido e mulher a tensão entre ambos agiganta-se. Maria do Mar, outrora uma rapariga alegre e cheia de vida, não consegue esconder a sua revolta contra a obstinação do devoto marido em manter a promessa. Incapaz de controlar o legítimo desejo de se sentir mulher, e ser amada, Maria do Mar já não sabe até quando será capaz de ser fiel a um homem em cujos olhos, por mais que tente, já não consegue vislumbrar qualquer sinal de amor.
Em cena de 21 a 24 de Janeiro de 2010, no TeatroEsfera (Rua Cidade Desportiva, Monte Abraão, Queluz).
Horário:
Quinta, Sexta e Sábado às 21:30
Sábado e Domingo às 16:30
Preço do Bilhete: 6 Euros (Descontos: Munícipes de Sintra, Amigos Teatroesfera, Estudantes, Crianças até 10 anos, Reformados)
Duração: 90 minutos (C/intervalo)
Classificação: M12
Reservas: Tel: 21 430 34 04 – Fax: 21 430 17 57
Datas sujeitas a alterações
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